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  • Nov 13, 2025
  • 1 min read

Updated: Nov 16, 2025

É o que pulsa antes da leitura, ou mesmo sem ela. Pode ser uma memória, uma sensação, uma pergunta que não se cala. Um silêncio que vibra, uma saudade sem nome, uma vontade de dizer sem saber como, um gesto que ainda não virou palavra. Aqui, o foco é no sentir — na escuta de si.🫶

Antes de abrir um novo livro, precisei abrir espaço dentro de mim. Vieram medos: e se não acontecesse? vieram dúvidas: será que tenho competência? Mas também veio a lembrança de que sou persistente como uma cabra, curiosa como um gato — e que amo desafios

.Sabia que não estava sozinha. A equipe topou correr risco junto e, quando pareceu que o pior pesadelo ia se concretizar, no desarranjo do site, a Silvia foi lá e tudo ficou uma belezura.

Escutar a mim mesma foi atravessar esse turbilhão: reconhecer o medo, acolher a dúvida, e ainda assim seguir.

E foi nesse movimento que a Rizoma se acendeu — sustentada pela rede de apoio, pela coragem compartilhada e pelo desejo de fazer nascer algo maior que nós. Foi bonito perceber que a rede de apoio ilumina porque também sustenta a escuridão.

Vera Lúcia Galli.

 
 
 
  • Nov 12, 2025
  • 1 min read

Frases que brilham, trechos que reverberam, palavras que te viram do avesso.

Pode ser uma linha que te atravessou, uma imagem que ficou, uma pergunta que o texto deixou em suspenso.

É o eco da leitura dentro do texto — o que você quer guardar, partilhar, deixar vibrando.


 
 
 
  • Nov 11, 2025
  • 2 min read

Updated: Nov 16, 2025

Este espaço nasce do entre. Do gesto que transforma leitura em vida, do afeto que se desloca, da ideia que se entrelaça. Aqui, o texto se prolonga na escuta, na conversa, na criação compartilhada. Frases bordadas, imagens que inspiram, descobertas em movimento — tudo que nasce da troca e vira tecido vivo.

📍 Diferente dos outros espaços, este acolhe o que se move no encontro: os afetos em trânsito, as ideias que se costuram em conjunto.

Ontem vivi a alegria de realizar a primeira troca da Rizoma — e foi ainda melhor do que eu poderia imaginar. A conexão Rio–Guaratinguetá, que seria pelos correios, se transformou em encontro presencial. Elisa e seu companheiro viajaram quase três horas para me trazer não apenas o livro desejado, mas muuuiiitttos livros. Para quem não sabe, Elisa e Angelica compartilhavam a casa no Rio de Janeiro. Eram housemate como ela dizia.

Foi tão bom revê-la que me faltam palavras para expressar. Cuidamos do aqui-agora: uma xícara de café, outra de chá, a alegria de nos atualizarmos, de celebrar suas conquistas, de conversar sobre o tempo passado e o tempo que virá. Esquecemos da foto, não é Elisa e Nichola?

De quebra, recebi uma coleção preciosa que Angélica deixou: aquarelas, lãs, rendas, cadernos, escritos, costuras, desenhos. No meio disso, uma partitura que me fez pensar: “Você tocava também, Angélica?” E sim, claro, tocava piano.

Seus cadernos revelam práticas de celebração, cuidado de si e autoempatia. É uma delícia ver como ela se relacionava com os livros: papeizinhos marcando páginas, exemplares significativos, rastros de afeto.

Em breve, nosso acervo rizomático crescerá — carregado de histórias, memórias e afetos que caminham junto com os livros. Essa troca trouxe tudo que aquece o coração. Obrigada Elisa e Nichola.


 
 
 

 As fotos abaixo são de centros de Roda que Angélica preparava com todos os seus dons e carinho

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